A periferia desta metrópole é tão negra quanto a noite. Olho peja janela do comboio e, de repente, um néon vermelho, preenchido a letras brancas, irrompe fugazmente.
"Bar de l'Espérance".
Esboço um sorriso e anseio por chegar ao destino. A partir daqui, o comboio efectua paragem em todas as estações e apeadeiros. Estou sozinha na carruagem.